1. Chapter 1 (1/2)
disclaimer: "ponte para terabitia" e seus personagens no me pertencem, e sim a katherine paterson.
olá ! aqui estou eu com um novo projeto, que se chama "uma ponte para o amor", é a minha propria verso do final de "ponte para terabitia", se leslie no tivesse morrido.
bom, sem ter mais o que dizer, eu deixo aqui a minha pequena historia.
advertência: esta historia comea quando jesse olha para a casa de leslie, ficando em duvida so
e convidá-la ou no para ir ao museu.
n/t: esta fic é uma traduo de "un puente hacia el amor", de wandering lilly, que me autorizou a traduzi-la.
uma ponte para o amor
- srta. edmunds, espere, por favor. nos poderiamos convidar leslie burke para ir conosco ao museu ? – jesse perguntara à sua professora, um pouco antes de eles terem saido para o museu.
- claro, jesse. ande logo, vá convidá-la - disse a professora, sorridente, enquanto o jovem descia da caminhonete, andando em direo à casa da garota.
chegando lá, ele bateu à porta com um pouco de pressa, enquanto leslie se aproximara da porta para atender um chamado to insistente.
- jesse ? - perguntou, estranhando, pois era um pouco cedo.
- oi, leslie. você quer ir ao museu comigo e com a professora edmunds ?
- claro, por que no ? vai ser divertido. espere um pouco, vou perguntar se posso ir - depois de conseguir a resposta afirmativa por parte do sr. burke, leslie e jesse foram andando até à caminhonete da professora edmunds, que ela lhe a
ia as portas.
- olá, leslie, fico contente por você ter decidido nos acompanhar - disse alegremente a professora edmunds, quanto dirigia e cantarolava uma cano.
- esta no é a primeira vez que vocês vêm ao museu, no é ? - ela perguntou a ambos, que olhavam maravilhados para as pinturas penduradas na parede.
- eu... no, sinceramente, é a primeira vez que visito ao museu – respondeu jesse, um pouco consternado.
- e eu, se já visitei um museu, sem duvida, no pude fazer uma visita ao museu desta cidade.
- ento, é uma honra para mim ser a primeira a trazê-los para visitar o museu - disse uma sorridente professora edmunds.
duas horas depois...
- vocês dois têm mesmo bastante energia. que tal se formos tomar algo na cafeteria ? - sugeriu uma cansada professora edmunds a jesse e leslie, depois de terem andado por todo o museu.
- claro, professora, nos também queremos beber algo - respondeu leslie.
- o que você acha, jesse ? - ela virou-se, olhando para o rapaz.
- claro, professora edmunds. vamos - disse jesse, com um sorriso.
os dois caminharam atrás dela, bem proximos, e ela reparou nisso, mas no falou nada.
" muito bom estar assim to proximo de leslie. ela é muito... linda", pensava jesse, um pouco distraido, ou melhor, to distraido, que quase chocou-se contra um muro do museu, mas leslie agarrou-lhe a mo e puxou-o a tempo de evitar que ele se chocasse contra esse muro.
logo depois de ter sido salvo por ela, jesse notou que ambos continuavam de mos dadas, mas isso no o incomodava nem um pouco. por isso, no fez meno de interromper o contato.
chegaram à cafeteria, e, depois de terem sentado-se a uma mesa, a garonete perguntou-lhes o que eles desejavam beber, e foi ento encaminhar os pedidos.
- e ento, vocês gostaram do passeio ? - perguntou a professora, enquanto olhava cada um deles separadamente.
- foi fantástico - respondeu leslie, sorridente
- simplesmente genial, professora edmunds, o
igado - disse jesse, olhando para ela com um sorriso, para logo em seguida olhar leslie de relance.
de repente a professora se deu conta de algo: que seus dois alunos preferidos estavam de mos dadas, e de vez em quando trocavam olhares entre si. estava comeando a pensar que entre os dois havia algo mais. por quê ? simplesmente porque quando alguém nota que duas pessoas andam juntas, de mos dadas, e olhando-se de relance, no se pode evitar pensar que há algo entre essas pessoas.
- que bom que vocês gostaram, minha inteno era de que vocês passassem algumas horas agradáveis - ela sorriu - e acho que já é um pouco tarde. querem que eu os leve até suas casas ? - depois de receber uma resposta afirmativa por parte de ambos, eles pagaram a conta e foram para a caminhonete.
por sinal, no caminho para a entrada do museu, eles encontraram uma dessas cabines nas quais podia-se tirar fotos e revelá-las instantaneamente.
- o que vocês acham, meninos, querem entrar ? seria bom ter uma lem
ana deste passeio - a professora edmunds sorriu, e apontou para a cabine fotográfica. os dois jovens entraram lá sorridentes. esperaram que a professora entrasse com eles, mas ela alegou no ser fotogênica, e que seria melhor que apenas eles tirassem as fotos.
"estou certa de que você pode no ser muitas coisas, exceto no ser fotogênica", pensou leslie, mas manteve-se calada, pois a idéia de tirar fotos a sos com jesse no lhe desagradava totalmente.
fizeram desde expresses engraadas até um par de sorrisos bastante atraentes de um para o outro, e, na ultima foto, eles posaram a
aados. a professora revelou um par de cada foto, e deu uma tira com todas elas para cada um dos dois.
depois de terem agradecido bastante à professora pela sesso de fotos, eles caminharam de volta e sem escalas até a caminhonete.
ao chegarem à casa de jesse (bom, é mais fácil dizer "a casa de jesse", porque toma-se o caminho que leva à casa dele para ir à casa de leslie), agradeceram à professora e desceram da caminhonete, prometendo verem-se na escola na segunda-feira.
- você quer ir a terabitia, jesse ? - perguntou leslie, enquanto observava uma mariposa voar.
- vejo você na corda, vou dizer a meus pais que já cheguei.
- está bem, jesse.
leslie correu até o corrego no qual estava a corda mágica, enquanto jesse ficava mais distante a cada passo que dava.
- me, já cheguei - disse jesse, pendurando o seu a
igo na porta enquanto subia as escadas para ir ao seu quarto e pegar seu estojo de pintura e seus pincéis, e ir para terabitia.
- onde você estava, jesse ? nos te procuramos em todos os lugares ! - disse a sra. aarons, muito alterada.
- - me, eu lhe pedi permisso, leslie e eu fomos com a srta. edmunds ao museu - respondeu jesse, estranhando aquilo.
- mesmo ? tudo bem, acho que eu ainda no tinha despertado totalmente. de qualquer modo, pode subir, filho - disse ela, mais tranquila.
sem demorar muito, jesse desceu com o estojo. já estava saindo pela porta quando sua me o chamou.
- aonde você vai, jesse ? - perguntou distraidamente a sra. aarons enquanto colocava o conteudo do cesto de roupas na lavadora.
-
incar com leslie, me. posso ?
- claro, filho, pode ir.
jesse correu com todas as suas foras, e logo ele estava atravessando o corrego na corda encantada, enquanto leslie o esperava do outro lado.
quando jesse caiu do outro lado, aconteceu algo muito curioso; a corda partiu-se e caiu com ele.
- oh, meu deus. a corda já no está mais lá. como vamos voltar, leslie ? - perguntou jesse, preocupado.
- sabe de uma coisa ? ali tem um tronco, meu pai tem madeira so
ando em casa, e eu preciso ir por causa de prince terrian.
- o que você está tramando, leslie ? - perguntou jesse, curioso ao ver o interesse de sua amiga pela madeira.
- nada, jesse, vamos ! - e, uma vez que ele no se apressava, ela segurou-lhe a mo e ps-se a correr, ao mesmo tempo em que fazia com que ele corresse, e um visivel rubor aparecesse nas suas bochechas, ao ver como leslie segurava-lhe a mo.
era curioso pensar em como um ato inocente, como o de segurar a mo de uma pessoa, podia provocar muitas reaes naquela mesma pessoa, como era o caso de jesse. mas, totalmente concentrada em sua idéia, leslie no notou o visivel rubor em seu melhor amigo, e foi com muita pressa até sua casa.
- pai, podemos pegar a madeira que so
ou ? - o sr. burke olhou para sua filha com curiosidade no olhar, mas ela deu de om
os e disse que precisavam da madeira.
- está bem, meninos, podem levá-la, mas tomem cuidado, no vo se machucar - os dois transportaram a madeira para o lugar em que antes encontrava-se a corda que os transportava para terabitia, junto com chaves, martelos, serras e outras ferramentas que serviam para construir.
- o que você acha que vamos fazer com isso, leslie ? - o jovem de cabelos castanhos olhava inquisitivamente para sua amiga, sem entender o proposito da madeira, das chaves e tudo o mais.
- uma ponte, jesse - sorriu leslie, ao mesmo tempo em que cortava a madeira.
- uma ponte para terabitia ? - o jovem tinha de admitir que, de fato, a idéia no lhe desagradava. uma ponte era uma forma mais fácil de se atravessar para o reino mágico, mas, ainda assim, uma ponte no se construia de um dia para o outro.
- sim, jesse, uma ponte para terabitia - o nome soava bonito. bastante, para falar a verdade.
- mas leslie, uma ponte no se constroi de um dia para o outro. isso leva semanas, e nos no podemos passar tanto tempo sem ir a terabitia - o rapaz estava frustrado, mas isso no arrefeceu o nimo da loira.
- mas podemos fazer isso em pouco tempo, jesse, lem